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I
Itamar Wilson de Brito Moraes
Comentário · anteontem
Sim, cinco ou seis disparos foram efetuados, contudo, por atiradores diferentes, não foi o mesmo atirador que disparou tantas vezes.
Essa cautela é tomada nesse tipo de situação porque quando é um único atirador quem dispara, há o risco de errar ou de não conseguir neutralizar o agressor e a situação ficar muito pior.
Então mais de um tiro é disparado simultaneamente ou em sequência, a fim de se certificar que o alvo foi atingido e efetivamente neutralizado.

Não creio que houve excesso porque era uma situação de extremo perigo para as inocentes vítimas que estavam dentro do ônibus.

Porque o agressor pendurou diversos recipientes com gasolina dentro do ônibus e atou os passageiros a seus respectivos assentos.
Além disso ele portava consigo 2 litros de gasolina em coquetéis molotov e um taser.
Ou seja, tinha todos os meios de iniciar um incêndio apenas despejando esse combustível e acionando o taser para iniciar o fogo, o que poderia ceifar a vida de todos os ocupantes do veículo, caso fosse alvejado em alguma parte do corpo que não implicasse em sua neutralização total e efetiva.
Esse negócio de atirar nas pernas, no ombro ou em outro lugar não letal é muito bonito na teoria, nos livros acadêmicos e nos exemplos do Tício, Mévio e Caio que tanto ouvimos na universidade.
Na vida real, contudo, as coisas são mais cinzentas e mais difícil aferir o exato ponto de equilíbrio entre a letra fria da lei e o fervor de um momento de elevado medo e adrenalina, com tantas vidas em jogo.
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